Desde 10.04.1987, buscando todos os dias +1 sim

Vim de surpresa, porém amado.

 

4o. Filho, caçula de uma família perfeitamente imperfeita, que batalhou muito pra cada um chegar onde queria.

 

Apaixonado pela simplicidade [no sentido + amplo do termo], forjado na transparência.

 

Acredito que nada é impossível para um coração cheio de vontade, e que se for pra colocar energia em algo, ou faço o melhor, ou deixo quieto.

 

Afinal, de não o mundo já está cheio. busco todos os dias mais um sim.

 

Em 140 caracteres

Sempre, nessa ordem: família, Club Athletico Paranaense, branding, direção de arte, comunicação [em todas as formas] e design.

Todos os dias mais um sim

Corta pra 1997.

 

Era só um menino, num 486, sentado diante do corel4, fazendo circulos e rodando o mouse com uma ferramenta que transformava polígonos em estrelas. Só queria ficar sentado ali, inventando desenhos.

 

O não, de “o dia inteiro, não”, eu já tinha. Era só buscar mais um sim.

Dos desenhos à mão bem simples à vetorização [de olho, ponto a ponto] igualmente simples, uma ideia: melhorar.

 

Em 2001, um filme, e uma ideia: “eu vou fazer a mesma coisa que aquelas pessoas fazem naquela empresa.” [mesmo a parte de experimentar os produtos não parecia tão maluca assim].

 

Estava escolhido. dali em diante, “o que você vai fazer depois da escola? vou ser publicitário”. Daqui, até o fevereiro de 2005 que você lê abaixo, pesquisa e curiosidade sobre o que isso significaria.

Mas antes, corta pra 2004 [e não tira o telefone do gancho!]

 

A internet chegou em casa, discada, em 1999. Meu primeiro e-mail foi em 2001-02, num tempo onde as mensagens de e-mail ocupavam espaço suficiente na caixa de entrada para serem excluídas.

 

E fiz tudo que alguém com a minha idade e o poder de conectividade tinha pra fazer: aprender a baixar musicas, usar o msn [e os chats dos sites], aprender quais outros sites eram realmente úteis, e por aí vai.

 

Offline, eu escrevia bastante. Noites sozinho no quarto, rádio ligado, cadernos e mais cadernos zerados, sejam com cartinhas às amigas e amores, ideias e planos, e outros rabiscos.

 

Quando chegou o ensino médio e o vestibular já despontava no horizonte, com a ajuda dos professores, coloquei mais técnicas de escrita em prática. E de poemas publicados em livros da escola às notas altas nesta disciplina, tinha a inquietação, sobrando no cantinho da mente, ao lado do tempo livre.

“Mas não, eu não vou ser jornalista”. Meu sim era ter um blog. E em junho de 2004, com internet banda larga disponível, o tzaum [no finado endereço .zip.net] foi pro ar.

Viveu lá até 2004, e no endereço blog.tzaum.com até 2018. Matando 2 coelhos com um clique [escrever e aprender mais sobre webdesign / html], e mais de 500 posts depois [fora o uso das redes sociais], aprendi a escrever mais, de tudo um pouco, sempre pensando em treinar, nunca imaginando aparecer.

 

Escrever foi treino e paixão, a válvula de escape mais rápida, a terapia que cabia no meu bolso, como caneta e caderno na mochila até que a economia permitiu que fosse direto no recurso eletrônico, (…) um bom tempo de contribuição para o meu biógrafo (…). – essa era parte da bio existente no blog.

Hoje, escrever é tão natural quanto respirar. Vide essa bio aqui com mais de 1800 palavras, haha.

 

 

E também me ajuda a produzir conteúdo, para mim ou para clientes.

Agora sim, fevereiro de 2005.

 

O não, de “isso não dá dinheiro, isso não é uma profissão comum, neste mercado quase não tem negros, e os esteriótipos que vemos nas mídias é fruto do que tem na industria pra dentro, e você não vai passar na federal por 2 pontos, no vestibular mais concorrido da história até então”, eu já tinha. Era só buscar mais um sim.

 

Lá em 2005, fevereiro, 1º lugar mediante bolsa em todas as faculdades particulares de Curitiba, escolhi a utp [era a melhor da época]. “o que você quer fazer, Antonio? eu serei diretor de arte”.

 

Eu e mais 51 alunos, separados entre manhâ e noite, [achavam que] queriam mais ou menos o mesmo. E durante os 4 anos que seguiram, eu e os outros 25 alunos que sobraram, queriam outras coisas.

 

Do alto da minha imaturidade e de devorar todos os livros da biblioteca, lendo todos os sites que existiam sobre o mercado, e usando todo e qualquer tempo semi-livre para criar, ainda queria ser diretor de arte.

 

O não, de “você não tem portfolio para estagiar, você não tem condições financeiras para trabalhar por aí de graça, você só tem boas notas”, eu já tinha. era só buscar mais um sim.

DA PRIMEIRA ARTE PRA MIM AO ÚLTIMO TRABALHO DE FACULDADE, APENAS UM DESEJO: SEGUIR AMANDO O QUE FAZIA. E FAÇO.

Lá em 2008, no ano em que conseguiria ficar em 1º lugar entre todos os alunos do curso, fazendo sozinho uma campanha inteira, também consegui meu emprego numa agência de publicidade.

 

E nos 8 anos e 9 meses seguintes, eu tinha o não de “a agência não tem site, não tem como editar esse vídeo aqui dentro da agência, não tem como apresentar esse evento de outra forma”, entre vários outros que, quem trabalha em agência, sabe que existem. o que eu fiz? busquei todos os sim possíveis.

E de diretor de arte junior com salário de estagiário, à gestor auxiliar com salário de diretor de arte pleno, passando por todas as bonanças e secas da economia, fui escolher outros sim.

Qual o sim que vamos buscar hoje?

Amor em tudo que me dedico.
Branding por paixão.
Comunicação por intuição.
Design por vocação e teimosia.
Diretor de Arte em Publicidade como profissão.

 

Procuro traduzir isso tudo em meus trabalhos, nos quais misturo a diversão de escolher fazer o que amo, num cotidiano que me permita amar o que faço.

 

 

O meu sim profissional é:

Especializado em branding / gestão de marcas (un. positivo);

Graduado em publicidade e propaganda pela un. tuiuti do paraná;

Especialista em comunicação de varejo, trabalhando desde 2008 com campanhas e estrateégias para eventos automotivos de curitiba, e as principais concessionárias da cidade;

Autodidata em Design Gráfico e Marketing.

Tudo que comunica eu faço.

Como todo meio comunica, não faço distinção entre um material on ou offline.

Resolve seu problema de marketing, marca ou comunicação? Eu faço.

Planejamento de Marca, comunicação, Mídia e Marketing? Também.

 


 

No windows praticamente sempre, e se me der 2 dias, no mac também. Corel, Adobe (indesign, photoshop, illustrator, acrobat, dreamweaver), edição de vídeos no vegas. Office (word, powerpoint, excel). PHP (quase todo focado em wordpress) e webdesign.

E fique à vontade para entrar em contato… Tony, muito prazer!