Where you are?

A ação de branded content da Absolut com o material do Spike Jonze, I´m Here, é digna de citação.

Num mundo absoluto, como seria uma história de amor?

Os 31 minutos explicam com uma singularidade primorosa. A começar por serem os protagonistas, um casal de robôs.

Fica impossível não traçar uma analogia realissima com o hoje que meus olhos entre óculos costumam observar [os seus possivelmente também vejam], onde oláss!tudobeeimevocecomoestá cada vez mais automáticos, expressões cada vez mais frias e indiferentes, sorrisos convenientes e sentimentos ao léu do vazio no agir e da libertinagem em sentir, imperam entre exceções, mais escondidas e assustadas que preservadas e serenas, que poderiam ser a regra.

Onde as pessoas querem aquilo que não têm para dar, absorvem até a última gota de quem lhes oferece e reciprocidade, confunde-se com um amontoado de coisas que são apenas coisas.

Num mundo absoluto, o amor é tudo aquilo que a gente acha que conhece [mas só entende quando vive], e um pouco mais.

E isso é contado com um exemplo igualmente raro, não por acontecer, mas raro por ser de fato percebido e valorizado, em dias como os que vivemos e as referências que nos condicionam.

Só não me senti mais identificado com a personagem masculina da história pq minha cara não é quadrada [e não recarrego na tomada] :)…

tire meia horinha para observar [em inglês] um argumento sobre acreditar, ou não, no amor.

Ou só pra descontrair com algo mais leve, desses e nesses dias mais do mesmo que a gente vive e nem percebe.

Recomendo fortemente. O resto é o resto.

[♫]I´ts hard to believe this time, hard to believe that´s my heart, my heart´s an open door…” – i´d do it all again, Corinne B. Rae.