Culturix #06

Marvel’s Daredevil é a extensão do que a Marvel chama de “universo marvel”, executada (e planejada) com excelência para as telas grandes, agora para as telas de qualquer tamanho.

A série do Netflix é um primor tanto pra quem gosta dos quadrinhos do guardião de hell’s kitchen quanto de quem gosta de boas produções. Fotografia impecável e excelente escolha de elenco, em especial para o próprio demolidor e para o rei do crime. E uma coadjuvante de roubar suspiros (só conheci o trabalho dela nesta serie, e daí que fui saber que já é figurinha lembrada de quem vê as séries norte-americanas).

Esqueça da galhofa que fizeram alguns anos, com o ator que agora encarnará outro herói. Abre uma de prováveis 5 séries baseadas em heróis que protegem a querida NY, e chancela em definitivo a Netflix na briga pela preferência no mundo do entretenimento.

Terminei os anos 90 dos 1001 discos para ouvir antes de morrer [5 anos ouvindo a coletânea!] e tem alguns que me encheram os ouvidos: californication, the miseducation of Lauryn Hill, os primeiros do 2pac e do notorious b.i.g, e D’Angelo.

Foi uma viagem mais próxima da minha “infância” musical, pois tinha espalhados inúmeros hits que vira e mexe aparecem nas rádios que relembram estes sucessos.

E o mais curioso é que boa parte dos discos parecem “comuns demais” ouvidos nestes tempos, quando na verdade formam com ainda mais intensidade a base e as referências de muito do q o pop grava – e faz muito, muito, muito dinheiro – agora.

Para ler, duas reflexões sobre a leitura no ambiente digital (aqui e aqui), mais uma reflexão sobre nossa conectividade, e às vezes, o que não pode ser traduzido em letras, tem formas. O resto continua sendo só o resto 🙂